A Arte em Foco

Parque Marly

 

 

DSC05133Quando se aprecia o belo, quem sai ganhando? A mão do homem ou a espontaneidade da natureza?

 

P1100264A entrada do parque de Marly adianta o que ele oferece: calma, muito espaço, e o único som que se ouve é o diálogo entre as muitas nuances do verde.

 

P1100267No parque de Marly, não há o sentimento de estar só, mas a sensação de intimidade com a natureza.

 

P1100270Relva, mata, árvores e a tentativa de ordenar a natureza.

 

P1100291Antoine Coysevox (1640-1720), Hamadríade (1708). A escultura morava originalmente no Parque de Marly. Posteriormente foi transferida para o Jardin des Tuileries e finalmente para a Cour Marly do Museu do Louvre. No parque está uma cópia. O Parque de Marly consegue uma feliz combinação entre perspectivas de grandes espaços, vegetação abundante, lagos e esculturas.

 

P1100298Nicolas Coustou (1658-1733), Meléagro caçando um cervo (1706).

 

P1100311Antoine Coysevox (1640-1720), Pastor tocando flauta (1710).

 

P1100323A perspectiva verde, sem burocracia.

 

P1100334Louis XIV tinha razão em querer a paz no Parque de Marly.

 

P1100352Assim como Luís XIV, buscando o sossego no parque Marly.

 

P1100361Os cavalos de Marly (1745), atualmente no Louvre, foram esculpidos por Guillaume Coustou, o Velho (1677-1746).

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